Da enorme dúvida presente
Se a verdade justiceira prevalece
Ou se banha na mentira complacente
Se um sorriso mostra a dúvida
Do que esconde ou aparece
Vem como uma enorme fineza
Disfarçado com gentileza
O que realmente apodrece
Como uma máscara teatral
Esconde a emoção de quem a usa
Do seu amor celestial
Surge a cadente banal
De algo que lhe acusa
Eis que a água virou vinho
A dor já despertou
E agora que está cansado
As lembranças do passado
Foi tudo que lhe restou"
- Paulo Medeiros
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