É de enorme facilidade encontrar aquele tipico sujeito "pro interior", principalmente quando você está na casa dos vinte. O sujeito que afirma que o interior é a única coisa importante e que tudo é remediado por uma pessoa amigável e bacana.
O estranho é verificar todos os vínculos sendo formalizados a partir de uma análise preconceituosa (no sentido REAL da palavra), tendo como pre-requisito um agrado mínimo à visão, seja por afinidade, admiração ou atração. A análise à priori de um sujeito é, obrigatoriamente, superficial. O que foge disso chega a ser, no máximo, uma tentativa de auto proclamação no que tange a capacidade de tomar uma posição de ser desenvolvido e profundo, que não passará de uma tentativa falha de encontrar um reflexo de si mesmo em tal atitude.
Forçar é adiar a manifestação inevitável do primeiro olhar, seja por uma epifania maluca que joga sua auto estima na estratosfera, seja via comparação com outro elemento da grande amostra que são os seres humanos.
Talvez alguns tenham essa visão mais convexa frente ao desagrado que sua própria aparência causa nos outros, mesmo que essa hipótese esteja, de fato, desconexa com a realidade.
Você é, compulsoriamente, superficial. Lide com isso.
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